SURURU, UM PATRIMÔNIO DESAPARECIDO

Patrimônio cultural imaterial de Alagoas e sustento para centenas de pessoas que vivem às margens da lagoa Mundaú, desde maio deste ano o sururu desapareceu, deixando famílias inteiras de marisqueiros, pescadores e comerciantes sem o molusco mais representativo do estado de Alagoas.

Clique na imagem abaixo para acessar a reportagem.

 

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Por: José Esmerino, Lucas Maia e Mirella Bezerra

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ADOLESCENTES EM CONFLITO: consigo, com a sociedade e com a lei

Por Dayvson Oliveira, Maykson Douglas e Thalis Firmino

Essa reportagem traz olhares sobre o cotidiano de adolescentes em conflito com a lei no estado de Alagoas. Para produção deste material visitamos uma das unidades de internação e entrevistamos menores, agentes e demais profissionais.

Clique na imagem abaixo e confira a reportagem completa.

CAPA

No olho da R.U.A

A antiga residência universitária se chamava Ceu, abreviação para Casa dos Estudantes Universitários, e se localizava na Praça Visconde de Sinimbu, no Centro de Maceió. Dedicado a uma série de atividades culturais inseridas no universo acadêmico, o espaço foi, por muito tempo, negligenciado pela gestão, na época, do Reitor Eurico Lobo. Um vídeo produzido pelos que ali moravam entrega as condições desumanas em que viviam os jovens. Basta dar o play e se espantar.

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Turismo e sustentabilidade na Lagoa Manguaba

A cidade do Pilar, localizada no interior de Alagoas, a aproximadamente 36 km da capital Maceió, tem como uma de suas principais fontes de sustentabilidade a Lagoa Manguaba, segunda maior do país, com 28 km de extensão por 5 km de largura. A lagoa, que serviu de meio para que o imperador Dom Pedro II e sua comitiva chegasse a Pilar, em 1860, faz parte da vida de várias gerações que cresceram e viveram na cidade, e que tiraram seu sustento através de atividades como a pesca, turismo, e fontes de renda alternativas.

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Esporte pra quem?

Por Philipi Accete e Rian Paulo Ferreira

 

Por muito tempo os esportes e competições foram feitos por homens e para homens. No século 20, as mulheres começaram a conquistar seu espaço e, mais atualmente, a buscar igualdade no mundo esportivo. O nível de dificuldade para praticar certos esportes denotava justamente o quão masculino era tal modalidade. Desta forma, os esportes mais radicais não contavam com o protagonismo feminino.

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Protagonismo feminino: alagoanas donas da sua própria história

Ocupar cada vez mais espaços tem sido uma estratégia fortalecedora na luta contra o machismo, que oprime e impede mulheres de estarem a frente de lugares que dentro de uma cultura machista, só poderiam ser preenchidos por homens. Na política, estamos em 115º lugar no ranking mundial de presença feminina, em um país que possui 6,3 milhões de mulheres a mais que homens. No nordeste, a violência doméstica atinge 3 em cada 10 mulheres e Alagoas é 11º pior estado para ser mulher por conta da taxa de feminicídio. Na contramão das estatísticas, quatro mulheres alagoanas vêm protagonizando histórias e ocupando lugares com força e determinação. Este é um texto feito por mulheres contando a trajetória de outras mulheres.

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Mulheres que inspiram: no jornalismo e na trajetória de vida

Por Bárbara Isis e Lívia Enders


Preconceito. Intolerância. Desafios. Luta. Determinação. Amor. São palavras rotineiras que povoam o dia-a-dia de jornalistas consideradas pelo senso comum como “sexo frágil” e muitas vezes subestimadas pela maioria, sendo julgadas incapazes de encarar situações de risco ou, ainda, obter destaque acadêmico e científico. Mais uma vez, o senso comum se equivoca, pois a luta é constante e o caminho é longo.

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Quando calar é consentir: a discussão de sexualidade e gênero nas escolas em AL

Diante de quadros ameaçadores, professores em todo o estado se veem no dever de abordar o tema a fim de combater preconceitos

Por: Alexandre Barbosa e Carolina Amorim

As discussões em torno dos temas sexualidade e identidade de gênero nas escolas têm sido rodeadas de polêmica e debates calorosos nos últimos dias em Alagoas. No meio do furacão, entretanto, estão centenas de estudantes LGBT+ que continuam sofrendo por não conseguirem ver-se enquadrados na estrutura entendida como natural por parte da sociedade. E, fora dos muros das escolas, registros de violência a esta comunidade indicam um comportamento intolerante a ser combatido.

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De Maria da Penha à Maria da Vila Matilde: 11 anos da Lei Maria da Penha

O projeto delimita as políticas públicas necessárias para o enfrentamento da
violência contra a mulher

Por Lysanne Ferro

 – Cadê meu celular? Eu vou ligar prum oito zero!
Vou entregar teu nome e explicar teu endereço,
aqui você não entra mais
eu digo que não te conheço
e jogo água fervendo se você se aventurar!

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